TDC São Paulo 2026: validando a hiperautomação de 3ª geração (BOAT) com quem opera na linha de frente
Estivemos no TDC São Paulo 2026 para ouvir quem constrói e sustenta automações todos os dias. A pergunta que levamos era simples: a convergência de orquestração, automação, IA e governança, o que o mercado chama de BOAT, responde ao que os times enfrentam na prática?
Registros de campo
Estivemos no evento como participantes do Expo, no meio das conversas, e não no palco: o objetivo era ouvir. Abaixo, dois vídeos curtos dos corredores e fotos do encontro.
Nos corredores
Galeria
O Que Ouvimos no Corredor
Quatro temas voltaram, com palavras diferentes, nas conversas com quem está na linha de frente. Abaixo, cada um deles e a leitura da OctronX®.
Fragilidade de Scripts e RPA Legado
Robôs baseados em scripts e em interface quebram a cada mudança de tela ou de regra, e a manutenção passa a consumir mais tempo do que a automação devolve.
Automação de tarefa isolada não sustenta a operação. Na OctronX®, a execução nasce de um modelo E2E governado, com agentes desacoplados, e não de scripts soltos.
Multiagentes sem Governança Centralizada
Os times já testam agentes de IA em várias frentes, mas cada agente segue uma lógica própria, sem trilha de auditoria, sem controle de escopo e sem um ponto único de supervisão humana.
Multiagente só escala com orquestração e governança na mesma camada: papéis definidos, Human-in-the-Loop nos pontos críticos e evidência auditável de cada execução.
A Lacuna da Execução (BPMN vs. Realidade)
O processo desenhado em BPMN raramente coincide com o que acontece na operação. O modelo fica no diagrama, e a execução segue por planilhas, e-mails e exceções tratadas à mão.
O desenho só vale quando vira execução. O Operational Design Studio e o Execution Engineering Studio ligam o modelo ao runtime, sem retrabalho de tradução.
Convergência BOAT como Resposta Integrada
Orquestração, automação, IA e governança vêm sendo contratadas como frentes separadas, cada uma com seu fornecedor e sua licença. Quem opera pede uma resposta integrada, não mais uma ferramenta.
É a leitura de hiperautomação de 3ª geração: uma camada única de execução entre os sistemas, com design, engenharia, runtime e auditabilidade convergidos.
Do corredor para a operação
O que ouvimos confirma a tese que orienta a OctronX®: automação sem design E2E e sem governança só acelera a ineficiência. Se a sua operação vive algum destes quatro cenários, vale uma conversa executiva.